Plano "TI Maior" para alavancar o software nacional

O governo lançou nesta segunda-feira, 20/09, o programa TI Maior, um conjunto de medidas de apoio ao software nacional e outros produtos e serviços na área de informática. O plano, elaborado pelo Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) prevê R$ 500 milhões em investimentos nos próximos três anos.

“Sem software não há inovação”, resumiu o titular do MCTI, ministro Marco Antonio Raupp durante o lançamento do Plano. Ele também mencionou que meio milhão de reais pode parecer pouco, mas que o grande foco do programa está no “conjunto de estratégias” que vão colocar a inovação no centro da economia brasileira.

A ideia do programa, explicou o ministro, é alavancar o software aliando esse desenvolvimento a setores estratégicos para o país. Neste sentido, o programa reúne propostas que vão desde o aporte de capital das empresas de inovação ainda em estágio inicial (as chamadas start-ups) até a instalação de quatro centros de inovação em parceria com multinacionais, passando ainda pela criação de uma certificação para que as pequenas e médias participem de compras públicas.

O governo tem como meta capacitar 50 mil profissionais e criar uma cadeia de fornecimento de softwares para as 15 áreas mais dinâmicas da economia. Cinco aceleradoras reunirão entre oito e dez empresas iniciantes, com investimento de no máximo R$ 200 mil em cada uma. A meta é investir em 150 novas empresas até 2015.

Governo na ofensiva

Na ocasião, o presidente da ABES, Gérson Schimitt, lembrava que apesar de o Brasil ocupar a 10ª colocação no ranking mundial do mercado de software, 80% das vendas no país eram de programas desenvolvidos no exterior.

Com a iniciativa, o governo mostra que está na ofensiva, cuidando das questões básicas do país: inovação, educação, infraestrutura, as concessões, a redução do custo brasil e, agora, com esse programa para alavancarmos o software nacional.

Todos exemplos de que o governo não está parado. Ao contrário, está tomando as iniciativas necessárias para o país crescer com distribuição de renda e garantir sua soberania. Aliás, os sinais de retomada do consumo e do aumento do crédito são uma resposta clara do cidadão consumidor e investidor às medidas do governo.

Texto escrito com informações do Blog do Zé