Coronavírus: A fossa bolsonarista está estourada e exposta

Infelizmente o bolsonarismo se tornou em umas das doenças mais letais para o povo brasileiro, maior até que os efeitos do coronavírus. A intolerância, ódio e ignorância brutal estão sendo tratadas como prioridades, em vez de um pouco de conforto do governo ao povo, se tem abandono, deboche, negacionismo e terra plana.

São 300 mil mortos por coronavírus (covid-19) no Brasil, o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tem dificultado muito as coisas para combater a pandemia, inicialmente tratou com discurso de gripizinha, a cada aumento no número de mortes junto vinha uma piada de quem deveria se solidariezar: “e daí”, “não sou coveiro”, “aí aí aí eu tô com covid”, “vão se vacinas na casa da mãe de vocês” e a mais recente foi “deixem de mimimi com Covid”. Os absurdos não param por aí, o sr presidente também faz campanha abertamente para o não uso de máscaras e da higienização com álcool em gel.

Em 18 de março de 2020 os efeitos da pandemia do coronavírus no Brasil se fez necessário realizar o “distanciamento social” com lockdown, que permitia somente a abertura dos serviços considerados indispensáveis (mercantis, farmácias, hospitais e segurança). Para manter a economia ativa e o povo com condições de se manter durante o período de limitações se fez necessário a criação do “Auxílio emergencial” que Bolsonaro dificultou até a suas aprovação na Lei de nº 13.982/2020, que fez o repasse de cinco parcelas de R$ 600,00 reais mensais a trabalhadores informais e de baixa renda, microempreendedores individuais e também contribuintes individuais do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Para as mulheres chefe de família o congresso garantiu o repasse de 1.200 reais que foi mantido durante toda a primeira fase do auxílio.

A primeira proposta vinda de Bolsonaro e do ministro da economia, Paulo Guedes, foi de R$ 200,00, mas a oposição disse não e se juntou com o centrão do Congresso Nacional e aprovou contra a vontade do presidente o valor de R$ 600,00. Com a continuidade da pandemia se fez necessário continuar pagando o auxílio que depois de muita confusão foi reduzido para mais quatro parcelas de R$ 300,00 e acabou em dezembro de 2020. Com a chegada forte da segunda onda do Covid no Brasil logo em janeiro se fez necessário voltar a fazer lockdown e pagar novamente a ajuda financeira, mas o governo novamente disse não e depois de muita confusão o governo bolsonaro prometeu pagar R$ 250,00 e aprovou R$ 150,00.

Aí você se pergunta, em uma pandemia de um vírus letal como o coronavírus como o trabalhador informal (que não vai poder vender na rua) vai conseguir se sustentar por 30 dias com 150,00 reais?

Para o presidente e os seus seguidores garantem que sim e se você disser que não é hostilizado com agressividade presencialmente e virtual.

1.2 trilhão para os bancos e 254,2 bi para o povo

Existe hoje no Brasil um forte ataque ao povo pobre, como diz o próprio Bolsonaro “o auxílio vai quebrar o país”, sendo que o custo previsto total é de 254,2 bilhões, investimento que volta para o governo em média 40% do valor em impostos.

O presidente diz isso, mas não dá um pio sobre o 1.2 trilhão de reais repassados para os bancos no começo da pandemia e que nenhum centavo desse dinheiro chegou a ser usado pelo povo brasileiro. É triste de ver como a capacidade de um candidato do “mercado financeiro” defender que a vida do povo não vale nada perante o capital.

A vacina do coronavírus

A única maneira de recuperar a economia, a vida normal e acabar com a pandemia no Brasil, seria vacinando toda a população, mas o presidente Bolsonaro segue até hoje negando e pregando ignorância sobre a eficacia das vacinas.

Em agosto de 2020 as empresas que desenvolvem as vacinas Sputnik V e Pfizer, procuraram o governo brasileiro para fechar um acordo de repasse de doses, mas infelizmente Bolsonaro ironizou e disse não, principalmente a vacina Russa Sputnik, que segundo divulgado pelo consórcio Russo de vacinas, o Brasil não comprou suas doses antecipadas depois de receber uma ordem do presidente Americano, Donald Trump de não comprar a Russa porque ela seria uma “vacina demoníaca”.

O novo escândalo agora depois da não compra das vacinas em 2020 está sendo o cancelado de compra dos kits de entubação, que é um dos itens indispensáveis para dar uma chance de sobreviver as vítimas do coronavírus, mas parece que essas necessidades junto com oxigênio não fazem parte da preocupação do governo federal com a pandemia.

Quando falamos que não existe preocupação de quem foi eleito para se preocupar e resolver, vamos lembra que em um ano foram quatro ministros, muito negacionismo e muita ignorância, os impactos da pandemia no Brasil cresceram absurdamente ao ponto de tornar o país o epicentro mundial do coronavírus, passamos dos 100 mil mortos para 200 mil em pouco mais de 90 dias e de 200 mil para quase 300 mil em menos de 30 dias.

Infelizmente a tragédia existe e não está sendo maior por conta dos esforços que os governadores do país tem feito para evitar o contagio e correndo mundo afora atrás de adquirir doses de vacina sem esperar o governo federal decidir o que fazer, até pela falta transparência das ações se faz necessário os governadores continuem se movimentando para tentar salvar o seu povo da pandemia.

Não acredite na empatia dos bolsonaristas

Na atual realidade que vivemos não é decente e nem humano deixar de usar mascara, de negar vacina, negar pandemia, tratar a morte com banalidade, desrespeitar a dor do outro, não doar alimentos, oxigênio e de ridicularizar os aplausos a todos os que estão na linha de frente como médicos, enfermeiros e etc.

Todo o horror que estamos vivendo não nos permite mais acreditar que os imbecis e os bolsonaristas tenham a capacidade de gostar do próximo e muito menos de sentir empatia com a perca do outro, não acredite quando ele “o bolsonarista” se congratular com sua perca, é mentira, pelo simples fato deles viverem a mesma realidade que nós e continuarem apoiando sem questionar uma politica genocida que vive de negar a pandemia, vacina, o uso da mascara e o lockdown.

O desejo de destruir a democracia para trazer uma ditadura militar a todo custo parece ser maior que o bem-estar do povo brasileiro e isso mostra o tamanho do esgoto que a fossa estourada do bolsonarismo está sujando a história e a reputação do Brasil mundo afora.

 

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