Escola Sem Partido ameaça dar rasteira na educação com regressão e censura de conteúdo

Deixou chegar, ele chegou. O “programa Escola Sem Partido (ESP), que tem como base o pensamento único, submisso e não questionador” dominará o Seminário sobre a Base Nacional Comum Curricular a ser feita amanhã, 31/05, na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados. As mesas serão dominadas por defensores do programa “mais abjeto” já proposto à educação brasileira em toda a sua história. A ida do Alexandre Frota com à comitiva que foi recebida pelo ministro Mendonça Filho (DEM), foi apenas uma estratégia para tirar o foco do real problema.

Na edição do domingo, 29/05, do Fantástico da TV Globo fez uma reportagem para iniciar a lavagem cerebral em torno da defesa d programa ESP. Personagens como o Professor Bráulio de Matos e o Padre Orley Silva, porta-vozes do movimento, terão tempo e espaço de sobra para defender a proposta diante de uma plateia formada pela maioria de lobbistas do projeto, ou seja, colocar "raposas para decidir como cuidar de um galinheiro".

Os educadores e população em geral do Brasil, precisam fazer o enfrentamento para que matérias como filosofia, antropológia, história e o estado laico sejam respeitados na educação, a integridade intelectual livre do pensar dos professores e alunos não sejam censurados, e não tornar o “pensar” em crime, como defende o ESP.

Parece uma previsão de futuro de um país com a educação medieval a serviço do pensamento repetitivo do capital “trabalhe, não questione e não pense”.

Acesso o convite do evento no site da Câmara dos deputados.

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