Dilma bate duro nos EUA na 68ª Assembleia da ONU e Obama se faz de cego, surdo e mudo

Foto:Roberto Suckert Filho/PR

A presidenta brasileira Dilma Rousseff, abriu a 68ª assembleia geral das Organizações das Nações Unidas (ONU), que começou hoje, 24/09, batendo duramente na espionagem aos governos pelo mundo promovido pelos Estados Unidos. Dilma classificou "espionagem" como "invasão de privacidade" e, nesta medida, ataque à soberania nacional e aos direitos humanos; "Tecnologias de informação não podem ser o novo campo de luta entre os Estados", disse; "A ONU deve desempenhar uma ação de segurança para regular o papel dos Estados frente à internet", acrescentou; Dilma anunciou que o "Brasil apresentará propostas para um novo marco civil da rede mundial, com mecanismos multilaterais para assegurar princípios bons"; presidente também pediu reforma na governança do FMI e da própria ONU; "É preocupante a limitação do Conselho de Segurança", reafirmou; para ela, a Síria "é o maior desastre deste século: é preciso calar a voz das armas, não há saída militar"; "Abandono do multilateralismo é o prelúdio de guerras", acrescentou, em mais um recado a Barack Obama.

Obama cego, surdo e mudo

Durante seu discurso na Assembleia Geral das ONU, Sobre espionagem ao Brasil, México e outros países nenhuma palavra do presidente dos EUA, Barack Obama que não reconheceu e recuou em suas intenções de atacar a Síria e boicotar o Irã, ele preferiu um tom mais otimista sobre soluções diplomáticas; falando após a presidente Dilma Rousseff, que denunciou a bisbilhotagem eletrônica americana e pediu a criação de um foro multilateral para controlar a invasão de privacidade via internet, o presidente dos EUA se fez de cego, surdo e mudo.

Retaliação Brasileira

O governo brasileiro começou a fechar as portas para os EUA, cancelou acordos entre embaixadas e estuda um reajuste nos tributos de exportação para forçar a queda de taxas que são altas e protegidas pela câmara internacional do comercio. O Clima entre os dois países promete ficar mais quente porque o Brasil ocupa a 7ª posição dos países mais ricos e o 5ª em países que mais se desenvolvem e atraí investimentos estrangeiros e a China tem se posicionado junto ao Brasil contra os americanos.

O Brasil que baixava as calças em 2003

No tempo do presidente Fernando Henrique Cardoso, FHC (PSDB-SP), a embaixada norte americana tinha livre acesso ao Palácio do Planalto e ditava todos os tramites econômicos do Brasil, o Fundo Monetário Internacional, FMI, era que fazia essa consultoria.

Quem viveu a época sabe que “nunca na historia recente desse país” um governo teve essa ousadia de bater tão forte e direto nos norte americanos. O Brasil se mostra um país pacifico e de fácil acordo e tenta manter a diplomacia na busca de manter a sua soberania intacta, até porque não tem como conviver com um vizinho que insiste em olhar para dentro de sua casa por cima do muro.

Brasileiros vamos manifestar apoio usando as Hashtags no Facebook e Twitter:

#Brasil #BrasilSoberano #Soberania #GrandeSatãn #EspionagemNão #Política #Iguatu