| Colaboradora do WikiLeaks no Brasil lança agência de jornalismo investigativo |
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| Escrito por Karlos Rikáryo |
| Terça, 22/03/2011 |
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Diferente das organizações Repórter Brasil e Transparência, que produzem jornalismo como ativistas, a atuação da agência Pública está nacionalmente na vanguarda, como explica Natalia. “Nós seremos um centro apenas de jornalismo, com diferentes temas”, e completa “é um modelo pioneiro, na verdade. É inovador porque estamos propondo uma nova forma de fazer jornalismo investigativo, fora das redações tradicionais, embora em parceria com elas”, afirma. O projeto, pensado quando Natalia e Marina estavam na revista Caros Amigos, busca preencher uma lacuna existente em diversos veículos de imprensa no Brasil que, na opinião de Marina, carecem de recurso e espaço para investir em pautas com mais fôlego e apuração. ”O nosso objetivo é de investir em apuração bem feita, aprofundar a questão da matéria bem apurada, fazer investigação com o enfoque no interresse público”, explica. Apoio Wikileaks “Somos parceiros um tanto orgânicos, por causa do meu trabalho junto a eles. O Wikileaks é uma organização jornalística, que está trabalhando para ampliar esse lado de produção de conteúdo jornalístico, e é nesse sentido que estamos pensando em colaborar em projetos futuros”, responde Natalia Viana. Fonte: Renan Justi - Portal Comunique-se |



Interessadas em produzir reportagens que demandam longo período de apuração e produção independente, as jornalistas Natalia Viana, colaboradora do Wikileaks, e as colegas de profissão Marina Amaral e Tatiana Merlino deram início a Pública, agência de jornalismo investigativo que atuará nos moldes dos tradicionais centros de investigação da Europa e Estados Unidos.




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