| Prefeito de Iguatu é acusado pelo MPF de Improbidade administrativa |
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| Escrito por Karlos Rikáryo |
| Terça, 01/03/2011 |
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As denuncias foram feitas pelo Procurador da República, Rafael Ribeiro Raiol que ressaltou as investigações que identificaram o “grande esquema” que atuava em dezenas de municípios cearenses, cujo objetivo era desviar dinheiro publico via Funasa, com fraude a licitações e superfaturamento de obras e pediu a instauração de processo penal contra todos os acusados. Lista de acusados
Municípios Envolvidos Acarape, Alto Santo, Araripe, Beberibe, Bela Cruz, Camocim, Canindé, Caridade, Chorozinho, Eusébio, Frecheirinha, Granja, Graça, Guaraciaba, Iguatu, Icó, Irauçuba, Itaitinga, Itarema, Jaguaribe, Lavras da Mangabeira, Madalena, Milhã, Mombaça, Mucambo, Novo Oriente, Orós, Pacajús, Pacujá, Palmácia, Senador Pompeu, Sobral e Várzea Alegre. Fonte: Documento da acusação (Ler e baixar aqui - 4.69MB) |



O Ministério Publico Federal apresentou Ação Judicial "Improbidade administrativa" contra o prefeito de Iguatu, Agenor Neto (PMDB-CE), o ex-secretário municipal de obras, Gleuberton Passini Mendonça, do servidor da Fundação Nacional de Saúde - FUNASA, Mauro Sérgio Ferreira Façanha, de empresários e outros servidores da prefeitura de Iguatu e Funasa. A conhecida operação Fumaça que foi uma cooperação entre a Controladoria-Geral da União e Policia Federal, coletou material na prefeitura de Iguatu que resultou na descoberta de irregularidades e desvios dos Convênios nº 1861/2005 e 1255/2007, celebrado entre o município e a Funasa, ambos destinados a construção e implementação do aterro sanitário de Iguatu.



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